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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O mágico mercado de trabalho em Dubai!

Neste ano, a previsão é que sejam abertos aproximadamente mil postos de trabalho para brasileiros na cidade.
Foto: veja.abril.com.br 

A maioria das vagas nos Emirados Árabes são nos setores de turismo e comércio.

Estimulados por ótimos salários e pela oportunidade de crescer profissionalmente, a cada ano, dezenas de brasileiros decidem participar de programas de intercâmbio em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. E Fortaleza está entre as capitais que se destacam quanto à presença de jovens trabalhando na cidade conhecida por ser um dos maiores centros de investimentos do planeta.

O publicitário Jonas Aguiar Gomes, 28 anos, mora na Parangaba e, na primeira semana de abril, segue para a "terra do ouro". Depois de desperdiçar duas oportunidades de trabalhar em outro país, uma na Irlanda e outra nos Estados Unidos, resolveu investir em sua carreira.
Foram quase dois meses refletindo, antes de enviar o currículo para uma empresa de intercâmbio, que o informou sobre a contratação em 20 dias. Ele foi selecionado para trabalhar como auxiliar de garçom durante dois anos e vai receber um salário inicial que corresponde a quase R$ 3 mil. Porém, nesse período, pretende aprimorar o inglês para ingressar no curso de Marketing e, consequentemente, na área em que é graduado há um ano e meio.
De acordo com o proprietário da MTV Intercâmbios, Marcelo Toledo, os salários em Dubai podem chegar a R$ 12 mil.
 

FOTO: DIVULGAÇÃO
"Infelizmente, não consegui o que almejei para a minha carreira aqui em Fortaleza. Em Dubai, o turismo é forte e, para divulgar as atrações, é preciso muita publicidade", declara Jonas Aguiar, dizendo que pretende formar família na cidade.

Jonas diz que sempre foi apaixonado pela história e cultura 
dos povos árabes. Nos últimos meses, depois que decidiu morar em Dubai e vivenciar novas experiências, a curiosidade aumentou. Na cidade, o publicitário acredita que a maior dificuldade será se acostumar com alguns costumes.
Como exemplos, ele cita a proibição de manifestar carinho (beijos, abraços etc.) em público e a obrigação de parar as atividades cinco vezes ao dia para orar. "Sei que adaptação será a minha maior barreira, mas, como cearense, não desisto tão fácil", brinca Jonas Aguiar.

Dinheiro

Foto: guiaembubai.com

Além de conhecer uma nova cultura, aprimorar ou aprender um idioma, o principal fator que tem levado jovens do Brasil a morar em Dubai é o dinheiro. Os salários podem chegar até R$ 12 mil, segundo o proprietário da MTV Intercâmbios, Marcelo Toledo, responsável pelo site www.empregosemdubai.com.br.
Há 15 anos, o empresário atua no mercado de recrutamento internacional e já abriu duas franquias, uma no Brasil e outra em Tóquio, no Japão. De acordo com ele, a empresa já encaminhou mais de seis mil brasileiros a outros países.
Marcelo Toledo explica que as chances de emprego no exterior geralmente surgem para ocupações ligadas ao comércio e turismo, em cargos como auxiliar de serviços gerais, cozinheiro, garçom, recepcionista e gerente. Saem na frente os candidatos que melhor dominam um idioma, especialmente o inglês. "Os mais fluentes conseguem agarrar chances que pagam melhor. Isso significa ganhos de R$ 5 mil a R$ 12 mil", afirma.
O programa de recrutamento da MTV Intercâmbios oferece: passagem de ida e volta; despesas com visto de trabalho; acomodação; alimentação; uniforme; plano de saúde; transporte; salário sem impostos; taxa de serviço; gorjetas; incentivos; prêmios; contrato com duração de dois anos e férias anual.
Dos últimos 100 clientes que foram a Dubai, 53 eram de São Paulo, Rio de Janeiro (15), Minas Gerais (dez), Rio Grande do Sul (oito), Paraná (cinco), Ceará (cinco) e Maranhão, Espírito Santo, Bahia e Mato Grosso, com um recrutado cada.
Neste ano, a expectativa é de que mais jovens sejam encaminhados à cidade, haja vista a previsão da abertura de mil novos postos de trabalho. "Temos vagas de sobre. Ainda faltam candidatos", destaca o empresário.
Segundo Marcelo Toledo, a adaptação dos cearenses na "terra do ouro" costuma ser fácil. Isso porque o clima em Dubai é semelhante ao do Nordeste brasileiro e os jovens do Ceará vêm ganhando a simpatia das pessoas da cidade por serem extrovertidos. Ele ressalta que os empregadores do lugar não exigem muita experiência profissional, mas personalidade alegre, motivada e apenas inglês intermediário em muitas funções.

Há Vagas

Dentre as vagas possíveis aos brasileiros estão: limpador de vidraças; lavador de roupas; florista. Açougueiro; instrutor fitness e aeróbica; carpinteiro; salva-vidas; gerente de treinamento; técnico de equipamento de cozinha; secretária; designer de interiores; técnico em eletrônica; gerente de lavanderia; terapeuta de spa; agente de reservas; pintor predial; diretor de serviços de limpeza; sous chefs; camareiros; padeiro; confeiteiro; e auxiliar de limpeza geral.
Há, ainda, postos de trabalho para sushi man; técnico de audiovisual; churrasqueiro; recreacionista; gerente de engenharia; bar manager; governanta executiva; manicure; engenheiro civil; eletricista; gerente de banco; telefonista; jardineiro; comprador; encanador; passador de carne; pizzaiolo; auxiliar de almoxarifado; piloto de lanchas e barcos; limpador de mármore; assistente de recursos humanos; fisioterapeuta; e radiologista.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com - REPÓRTER: RAONE SARAIVA


Assista ao vídeo matéria no programa Ana Maria Braga.


Fonte: http://www.youtube.com MTV INTERCAMBIOS - Empregos em DUBAI- ANA MARIA BRAGA

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

PONTES DO RECIFE

Foto: Pontes do Recife / Arquivo Fundaj
Um dos principais cartões postais do Recife, as pontes da cidade estão com um novo visual. É que as repinturas das 21 pontes e dos 25 pontilhões que cortam a Veneza Brasileira foram realizadas pela prefeitura do Recife.

Foto: Ponte da Boa Vista 
As primeiras que ficaram de cara nova foram as pontes Buarque de Macedo e Maurício de Nassau. A iniciativa fez parte do plano "Recife em Ação" que contou com um investimento orçado em R$ 1,3 milhão.
Pilares, vigas e guarda-copos das estruturas ganharam um colorido especial. Além disso, o trabalho incluiu, também, a realização de pequenos reparos, se necessário.

Foto: Mauricio de Nassau / Garçom e Menu
Maurício de Nassau
"A pintura deve resgatar a beleza deste cartão postal e valorizra a história da nossa cidade que é tão ligada às pontes. Teremos todo o cuidado na preservação deste patrimônio. Por isso, as cores utilizadas na pintura de cada estrutura estão de acordo com o apontado pelo acervo da Emlurb", ressaltou o presidente da Emlurb.

Cais - Os cais dos rios que contornam os bairros do Recife, São José, Santo Antonio, Boa Vista e Jaqueira, também forão renovados seu visual. A prefeitura iniciou o serviço de pintura nas estruturas que margeiam os rios da cidade, potencializando estes mirantes para a contemplação de visitantes e moradores.

 
Foto: Princesa Isabel / Arquivo Prefeitura do Recife
Princesa Isabel

A iniciativa previu a pintura dos pilares, vigas, muretas, guarda-corpos, postes, bancos e jarros já existentes nos logradouros. O plano contemplou os cais da Alfândega, Santa Rita, Martins de Barros, Rua do Sol, Detenção, José Mariano, Aurora, José Estelita e Edgar Amorim (Jaqueira).



Lista de pontes do Recife:

*Ponte da Boa Vista
* Ponte 6 de Março (Ponte Velha)
* Ponte da Boa Vista*
* Ponte Princesa Isabel
* Ponte Buarque de Macedo
* Ponte Maurício de Nassau
* Ponte Giratória (Ponte 12 de Setembro)
* Ponte do Limoeiro
* Ponte Paulo Guerra
* Ponte do Vintém (Viaduto Torre/Parnamirim)
* Ponte Cândido Pinto (Ponte da Torre)
* Ponte Estácio Coimbra (Ponte do Derby)
* Ponte Professor Lima e Castro (próximo ao Sport)

Foto: Antiga ponte Mauricio de Nassau / Fundaj


* Ponte Professor Morais Rego (Ponte da Capunga)
* Ponte Gilberto Freire (Imbiribeira/Boa Viagem)
* Ponte Motocolombó
* Ponte Alimonda Irmãos
* Ponte Agamenon Magalhães
* Ponte Joaquim Cardoso
* Ponte Gregório Bezerra
* Ponte/Viaduto José Barros Lima (Joana Bezerra)



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fonte: Fundação Joaquim Nabuco - FUNDAJ
            http://www.pernambuco.com

terça-feira, 9 de julho de 2013

Conheça o Recife, a capital cultural do Brasil

Vista aérea Recife - Rafael Medeiros
Pontes, rios, piscinas naturais emoldurando a charmosa praia 
urbana de Boa Viagem, cultura diversificada, um Carnaval popular, descentralizado com shows de palco e agremiações carnavalescas na rua, principal polo gastronômico do Norte/Nordeste. O Recife oferece inúmeras atrações, sete dias por semana, para quem procura um destino de lazer

Na capital pernambucana, o turista torcedor que vier conferir 
a Copa do Mundo de 2014 encontrará muita diversão e uma 
cidade de serviços. Com um aeroporto moderno e já preparado para atender à elevada demanda do mundial, a cidade investe ainda em obras para garantir mobilidade urbana, ampliação da rede hoteleira local, revitalização de espaços turísticos e históricos como o Bairro do Recife, além de sinalização turística e viária.

Ao desembarcar no moderno terminal do Aeroporto 
Internacional do Recife, o caminho é quase obrigatório pela orla de Boa Viagem. A praia é o principal cartão-postal da cidade e o calçadão foi recentemente reformado, com nova iluminação, piso, quiosques, ciclovia e pista de cooper. A orla tem aproximadamente 8 km distribuídos por uma praia de águas mornas e claras, com extensa faixa de arrecifes que, na maré baixa, formam piscinas naturais. A boa visibilidade e temperatura morna da água, em torno dos 26°C, contribuem para a prática de mergulho na “capital brasileira do mergulho em naufrágios”. O Recife tem a maior concentração de navios artificialmente naufragados.
 
Sérgio Lobo
A comida do Recife é muito rica. Come-se de tudo, desde a cozinha Regional à internacional. O diferencial está não apenas na quantidade de bares e restaurantes como também na qualidade e variedade de opções. A oferta vai do regional ao contemporâneo, passando pelas mais variadas influências da culinária internacional. Restaurantes, botecos, bares, quiosques na orla de Boa Viagem e mercados públicos oferecem cardápios para todos os paladares com preços variados.

Para apreciar a cidade de outros ângulos, um dos passeios mais Recifenses é o de catamarã pelos rios Capibaribe e Beberibe. O tour, ao som do frevo, do maracatu e do manguebeat, contempla locais como a Rua da Aurora, o Marco Zero, os jardins do Palácio do Governo, o prédio da Assembleia Legislativa de Pernambuco e claro, as pontes, suas histórias e lendas.
 
Instituto Ricardo Brennand - Sol Pulquério
Um lugar inesquecível é a Oficina de Brennand, do artista plástico Francisco Brennand, conhecido em várias partes do mundo e considerado um ceramista contemporâneo. Lugar de beleza única, a oficina reúne algumas das peças mais bem trabalhadas e mais desejadas no mercado internacional das artes.

Imperdível também é o Instituto Ricardo Brennand (IRB), que guarda uma fabulosa coleção de armas brancas, telas do Brasil Colonial, obras de arte de diversas épocas e procedências e a maior coleção privada do pintor holandês Frans Post. Destaque para a escultura de Botero e uma réplica de O pensador, de Rodin.

A cidade oferece museus de qualidade, com destaque para o Museu do Homem do Nordeste, com cerca de 15 mil peças no acervo retratando a formação do povo nordestino. O Museu do Homem do Nordeste é considerado um dos mais importantes museus antropológicos brasileiros.
 
Museu Homem do Nordeste - Carlos Augusto
Vale ainda a visita à Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre, onde o escritor viveu por mais de 40 anos no bairro de Apipucos, totalmente conservada com objetos, móveis e livros exatamente na mesma posição como eram no tempo de Gilberto Freyre. Para quem busca ainda outros atrativos culturais, também são imperdíveis o Museu do Estado, os fortes e a Capela Dourada, inaugurada em 1697 e considerada símbolo da arte sacra barroca no Brasil.

Projeto do renomado arquiteto Oscar Niemeyer, o Parque Dona Lindu já se destaca como espaço cultural e esportivo, localizando a apenas alguns quilômetros do aeroporto e em frente à orla de Boa Viagem. O espaço dispõe do Teatro Luiz Mendonça e da Galeria Janete Costa, além da única pista de skate no Norte e Nordeste no formato Bowl. Há ainda uma quadra poliesportiva, uma pista de cooper e um parque infantil.

Mais sobre o Recife
 
Praia de Boa Viagem-Rafa Medeiros
Recife é a capital do estado de Pernambuco, que fica no litoral do Nordeste brasileiro. O Recife está a três horas, de avião, do estado de São Paulo e a duas horas e meia do Rio de Janeiro. O clima da cidade é sempre agradável, com uma temperatura média de 25°C, mas pode esquentar mais durante o verão, chegando a 35°C. O Recife é uma cidade muito agitada, com diversos períodos de festas, com destaque para o Carnaval, o São João e o Réveillon. Além das grandes festas, a cidade tem sediado grandes shows e espetáculos culturais o ano inteiro, garantindo entretenimento ao turista nos 365 dias do ano.


Turismo e história pelos museus do Recife.

Equipamentos dão, aos visitantes, opções que vão desde a época da colonização até modernas obras, além da própria cidade ser considerada
um “museu a céu aberto”
 
Ordem Terceira de São Francisco - Sol Pulquério
Recife ferve de história e cultura. Com uma vasta gama de museus, as opções culturais chamam não só a atenção dos turistas, como também dos próprios recifenses. Um passeio cultural através dos museus e fortes do Recife é uma boa oportunidade para conhecer mais do passado e da cultura local.

Seja através das histórias retratadas nos museus ou das revoluções e domínios vividos nos fortes, as opções também são desfrutadas frequentemente por estudantes. As aulas de História se tornam mais interativas e divertidas, já que os alunos poderão presenciar de perto suas heranças que vão desde a colonização, passando pelo domínio holandês, influência africana e indígena, chegando à modernidade e à contemporaneidade.

Para o presidente da Fundação Gilberto Freyre, Gilberto Freyre Neto, a própria cidade do Recife já é um museu e, o que não pode se deixado ao ar livre, se coloca nos espaços reservados para preservação. “Ao turista que nos visita, oferecemos a oportunidade de viver e conviver conosco, compartilhar nossa história, nossos amigos, nossos valores”, completou.

Os museus estão abertos durante toda a semana, com as mais diversas exposições fixas ou temporais, além de programações culturais. O visitante terá apenas que escolher quais visitar, já que existem vários com uma diversidade de temas e acervos, e fazer o roteiro. O preço das entradas é simbólico e acessível a todos.


Aprenda com os museus

Para começar, uma interessante opção são os fortes que existem no Recife. No bairro de São José, por exemplo, está o Museu da Cidade do Recife, que fica dentro do Forte das Cinco Pontas, construção holandesa de 1630. No local, o visitante pode desfrutar de um extenso acervo de documentos iconográficos sobre o Recife, além de 150 mil imagens e peças religiosas e de antigas residências.
 
Sitio da Trindade - Carlos Augusto
Já o Forte do Brum, no Bairro do Recife, abriga o Museu Militar. O forte foi construído no século XVI para segurança e proteção da povoação do Recife, além de ter sido cenário de inúmeros acontecimentos históricos.

Próximo ao bairro de São José, aproveitando uma caminhada pelo Bairro do Recife, o visitante pode passar pela Sinagoga Kahal Zur Israel, que foi a primeira das Américas e um marco da história judaica no Brasil. De domínio holandês, o local funcionou entre 1641 e 1654, onde podem ser encontrados objetos e pisos do século XVII. Também próximo ao bairro está o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), que integra o circuito de museus de arte moderna do Brasil e tem seu forte nas exposições temporárias.

Ainda no Centro do Recife, especificamente no bairro de Santo Antônio, há o Museu Franciscano de Arte Sacra, onde os visitantes mais religiosos podem observar valiosas peças do catolicismo no Recife e desfrutar da beleza da Capela Dourada, datada de 1696, um dos melhores exemplos do estilo barroco brasileiro.
 
Murillo La Greca - Sol Pulquério
No Museu Murilo La Greca, no Parnamirim, os amantes da arte contemporânea conhecerão o acervo de 1,4 mil desenhos de Murilo La Greca em técnicas diversas. No local, também são guardadas 160 pinturas e cartas trocadas pelo artista com Portinari e Giacometti.

Para saber as origens da obra Casa Grande & Senzala, basta ir à Casa-museu Magdalena e Gilberto Freyre, datada do século XIX, onde viveu o sociólogo Gilberto Freyre. Lá, também são encontradas obras literárias consagradas do autor e um acervo que vai desde um exemplar dos Lusíadas a painéis de azulejos portugueses, dos séculos XVI e XVII.

E o Recife também abriga um castelo medieval. É o Instituto Ricardo Brennand. O colecionador pernambucano Ricardo Brennand guarda um acervo de obras de artes das mais diferentes procedências e épocas, que vão desde a Europa Medieval do século XV ao Brasil do século XIX.

Serviço:
Sinagoga Kahal Zur Israel
Rua do Bom Jesus, 197/203
Tele: 3224.2128
Funcionamento: De terça a sexta, das 9h às 17h (com entrada até 16h30); domingo, das 14h às 18h (com entrada até 17h30)
Entrada: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)

Forte do Brum/Museu Militar
Praça Comunidade Luso-Brasileira
Tele: 3224.4620
Funcionamento: Terça a sexta, das 9h30 às 16h; sábado e domingo, das 14h às 17h
Entrada: R$ 2 (idoso, militar e criança até 9 anos não pagam)

Forte das Cinco Pontas/Museu da Cidade do Recife
Praça das Cinco Pontas, s/n, São José
Tele: 3224.2812
Funcionamento: De terça ao sábado, das 9h às 17h
Entrada: gratuita

Museu do Estado
Avenida Rui Barbosa, 960, Graças
Tele: 3184.3170
Funcionamento: De terça a sexta, das 9h às 17h; sábado e domingo, das 14h às 17h
Entrada: R$ 5 (crianças até 10 anos pagam R$ 2,50)

Museu Franciscano de Arte Sacra
Rua do Imperador Dom Pedro II, s/n, Santo Antônio
Telefone: 3224.0994
Funcionamento: De segunda a sexta, das 8h às 11h30 e das 14h às 17h; sábado, das 8h às 11h30
Entrada: R$ 4 (inteira) R$ 2 (meia) 


Mais informações

Lorena Ferrário
Gerente de Relações com a Imprensa | Secretaria de Turismo e Lazer do Recife
+ 55 (81) 3355 8182 | 9488 6261
e-mail: lorenaferrario@recife.pe.gov.br

Bárbara Franco
Assessoria de Imprensa | Secretaria de Turismo e Lazer do Recife
+ 55 (81) 3355 9405 | 9488 6855
e-mail: turismoelazer.recife@gmail.com ou 


fonte: Secretaria de Imprensa da Prefeitura do Recife.

*Você pode fazer uma visita ao site da prefeitura do Recife. Entre pelo link ao lado acima e boa viagem!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

BEM-VINDO AO BRASIL ORIGINAL. BEM-VINDO À ROTA DOS ENGENHOS DE PERNAMBUCO.

Fazer a rota dos engenhos e maracatus em Pernambuco e estudar história é quase fazer a mesma coisa, uma viagem turística pelas raízes históricas do lugar que se esta sendo visitado naquele instante, chegamos a perceber que aquele pedacinho de chão em que estamos pisando neste exato momento, muitas emoções foram vividas por nossos antepassados, a o exemplo das ruinas do Arraial Novo do Bom Jesus no bairro dos Torrões em Recife, onde lá, foram travadas lutas intermináveis por décadas em defesa do nosso território pernambucano da invasão holandesa. Ali, índios, negros, brancos e mamelucos foram vitoriosos com bravura por uma nação.

Foto: Arquivo blog Garçom e Menu
Ruínas da casa de armas do Arraial Novo do Bom Jesus (onde encontradas munições não usadas, armas e corpos) – Localizada Avenida Cruzeiro do Forte no bairro dos Torrões – Recife – PE

O mestre Gilberto Freyre já dizia: "Sem açúcar, não se entende o Nordeste, não se entende o Brasil". E foi justamente por conta deste tesouro maior que Pernambuco tem uma coisa mágica dentro de seu território, seu espaço físico e politico que se faz um dos melhores lugares no Brasil para ser visitado turisticamente por várias gerações e interesses.

Viajar pela Zona da Mata de Pernambuco é voltar às origens. É deparar-se com o charme bucólico da tradição dos tempos vividos. Nos antigos engenhos, com suas imensas plantações de cana de açúcar verdinhas esperando sua colheita e logo se via um descampado sem fim. A casa-grande, onde repousava o senhor e os segredos de uma vida em esplendor e luxo com o contraste das senzalas com horas marcadas, noites longas, chão batido e alimento sagrado vindo do suor onde muitas vezes avermelhados de sangue extraído da forte e insensível exploração da mão de obra. Exorcizadas pelo tempo, elas hoje abrigam tão somente charmosas e aconchegantes pousadas. Capelas e igrejas centenárias, que revelam um sincretismo religioso ocultado na época dos senhores Barões, Condes e Coronéis, onde apenas o catolicismo era aceito como fé verdadeira.

No encurtar desta resenha, realizando um Tur por Pernambuco encontramos as cavalgadas, onde se desbrava caminhos percorridos até por Lampião, rios e cachoeiras para banhos de água corrente, cristalina e térmica, peças sacras e um mobiliário antigo artesanalmente produzido e o deleite da real vida do campo.
foto: panoramio.com - Igreja do Rosário dos Homens Pretos - Goiana - PE
Uma viagem para deparar-se com a arte barroca de Goiana, na secular Igreja do Rosário dos Homens Pretos, abriga um acervo com mais de duas mil peças sacras, entre elas, a imagem em ouro de Nossa Senhora do Amparo, doada aos antigos escravos pela Princesa Isabel. Para conhecer o mistério e a beleza da cultura surgida à beira dos canaviais em Nazaré da Mata, os enigmáticos caboclos-de-lança do maracatu rural fazem a festa, balançam seus chocalhos pelas ruas, exibem suas cabeleiras multicoloridas de um Brasil profundo, um Brasil atemporal.

Foto: arquivo blog Garçom e Menu
Ocas na entrada da cidade de Tracunhaém Espaço cultural para exposição de artesanato da Zona da Mata

Uma arte expressa nos tapetes de grande influência ibérica de Lagoa do Carro. Ou nos escultores de Carpina, Paudalho, Vicência e Tracunhaém, terra onde a imaginação dos homens ganha contornos no barro. Dezenas de ceramistas moram nas cidades erguidas entre montanhas.

Divulgação
Entre mesas fidalgas e tabuleiros de rua, encontra-se a culinária que evidencia a Civilização do Açúcar. Nos engenhos, prepare-se para um banquete: pamonha, canjica, munguzá, coalhada, iogurtes caseiros, queijos de coalho e manteiga, pães e biscoitos, tapioca, beiju, manteiga artesanal, café bem passado, sucos de frutas e muitos bolos, de mandioca, barra-branca, bolo-de-rolo... Mandioca e carne seca. Galinha caipira guisada. E, claro, uma cachaça de alambique.

Não importa em que cidade hospedar-se. Estão todas muito próximas. Em poucos quilômetros de distância, o visitante volta no tempo. Bem-vindo ao Brasil original. Bem-vindo à Rota dos Engenhos de Pernambuco.



fonte: Fundaj – Fundação Joaquim Nabuco.

             portaldeturismoPE 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Santa Marta - Padroeira dos Garçons e Hoteleiros


radio mongagua
Santa Marta, irmã de Maria e Lázaro, vivia em Betânia e os três eram muito amigos de Jesus. Aqui passava Jesus horas de descanso, à beira de mãos que o serviam com carinho e ouvidos dóceis e acolhedores. No final do dia, quando terminavam as duras jornadas de Jerusalém, Betânia era para Jesus o lugar preferido de descanso.
São três os episódios protagonizados nesse local, três admiráveis encontros com Jesus.
No primeiro, quando Jesus chegou a Betânia, Marta tudo fez para obsequiar um hóspede tão querido. Um pouco nervosa, delicada, solícita, ativa, Marta queixa-se a Jesus de que Maria, para O escutar melhor, a deixa sozinha com o serviço. Jesus responde-lhe: - para que não se preocupe, não se impaciente, porque o principal é a amizade, estar juntos. Jesus elogia a atitude de Maria. Santa Teresa afirma que é o "nada te perturbe, só Deus basta", porém também diz que se Marta tivesse tomado a mesma atitude de Maria, quem teria servido o divino Hóspede?
O segundo episódio sucede quando da morte de Lázaro. As irmãs avisam Jesus que Lázaro, o seu amigo, está doente. Quando Jesus chega já Lázaro morrera. Marta logo saiu ao encontro de Jesus. Já não é apenas a mulher entendida em coisas de cozinha e serviço, pois mantém um diálogo com Jesus. Lázaro ressuscitará, diz-lhe Jesus. - Sim, já sei que ressuscitará no último dia, diz Marta. Então Jesus consola-a: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá".
O último episódio foi seis dias antes da Páscoa. Simão, o Leproso, dava um banquete em honra de Jesus e estavam convidados os seus amigos. Marta servia, Lázaro estava à mesa, e Maria ungiu os pés de Jesus.
Os primeiros a dedicarem uma festa litúrgica à Santa Marta foram os frades franciscanos, em 1262, e o dia escolhido foi o dia 29 de julho. Ela se difundiu e o povo cristão passou a celebrar Santa Marta como padroeira dos anfitriões, hospedeiros (hoteleiros), dos garçons, cozinheiros, e dos nutricionistas.

rádio mongagua
*Dia 29 de julho Dia de Santa Marta (Padroeira dos Garçons e Hoteleiros).


radio mongagua
NHOQUE DA FARTURA - Em tempos remotos, certo dia 29 na Itália, um andarilho faminto bateu na porta de um casebre na expectativa de um prato de comida. A família era grande e tinha pouca comida, mas apesar disso, eles não se importaram em dividir o seu nhoque com o andarilho, São Genaro. Repartiram então a abençoada refeição, cabendo sete pedacinhos a cada um.
Após saborear o delicioso nhoque, São Genaro satisfeito, agradeceu e partiu. Quando foram recolher os pratos descobriram que em baixo de cada um havia notas de dinheiro. Por isso, tradicionalmente, todo dia 29 é dia do nhoque da fartura, acompanhado do famoso ritual de colocar dinheiro embaixo do prato e comer primeiro os sete pedacinhos em pé, para depois comer a vontade. - Bom apetite!

A SIMPATIA:
 - Começa-se comendo 7 bolinhas de nhoque, de preferência em pé e fazendo um pedido a cada nova bolinha saboreada. Coloque uma nota embaixo do prato e em seguida guarde a cédula para atrair dinheiro e fortuna, continuando-se depois, a se fartar com nhoque.

fontes: http://massastres.sites.uol.com.br
              http://www.portalangels.com
              http://www.radiomongagua.com.br

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Verdadeira Origem do Whisky


foto divulgação

A primeira referência escrita ao whisky aparece num documento de 1494 em que o rei James IV ordenava ao frade John Cor para fazer "aqua vitae" na quantidade de "VIII bolts of malt" o que equivale a 400 garrafas de whisky quotidiano. O frade Cor pertencia à Ordem dos Beneditions na Abadia de Lindores. Diz-se que tal resultou do primeiro contacto do rei com a "aqua vitae" em Islay (ou "uisge beatha" em Celta) aonde teria estado em campanha no ano anterior.

Em 1505 foi criado o "Guild of Surgeon Barbers of Edinburgh" ao qual foi concedido o direito exclusivo de produzir e vender "aqua vitae" no burgo em resultado das suas propriedades medicinais.
Apesar da utilidade do refrigerar o "spirit” proveniente do alambique tenha sido descoberta ainda no Séc XV, foi apenas no Séc XVI que foram inventados os "Worms" assim como as vantagens do alongamento dos alambiques.
Como resultado da dissolução dos Mosteiros na Escócia em 1560, o conhecimento que os frades tinham da destilação foi abarcado pela comunidade pelo que se desenvolveu a produção doméstica. De tal forma se procriou que foi decretada a sua proibição em 1579 em anteciparão de fracas colheitas e restringida aos "Earls, Lords, Barons and Gentlemen" para seu próprio consumo. Levantada a sua proibição mais tarde a produção doméstica de "aqua vitae" tinha lugar para aproveitamento dos excedentes das colheitas, começando mesmo a ser exportada para Inglaterra, Irlanda ou França. Tal originou a primeira taxa imposta pelo Parlamento Escocês para ajudar o financiamento do exército contra Charles I de Inglaterra em 1644.
divulgação

A primeira destilaria mencionada num documento oficial teve lugar em Ferintosh na "Black Isle" em 1670 e foi estabelecida por Duncan Forbes. Por ter sido mais tarde saqueada pelos apoiantes de James II em 1689, Mr Forbes reclamou uma indenização tendo-lhe sido concedido o direito de destilar whisky nas suas terras sem pagar imposto. Esse direito foi mantido até 1784 o que permitiu à família Forbes destilar mais de 2/3 da totalidade do whisky produzido.
A forma de aplicação do imposto sobre o álcool em 1725 teve como conseqüência a redução no consumo de cerveja e o aumento do de whisky. Tal só foi possível por se começar a destilar também trigo e cevada não maltada. As destilarias domésticas estavam isentas de imposto dado o caráter do seu autoconsumo embora o whisky servisse como moeda de troca por toda a Escócia. De novo o mau ano agrícola de 1757 levou à proibição da destilação legal e conseqüente falência das destilarias autorizadas. Dado que as destilarias domésticas pouco foram afetadas, estava iniciada a era do contrabando. Para sobreviver as destilarias oficiais sob a égide das famílias Haig e Stein criaram um monopólio e destilavam whisky de muito baixa qualidade dado ser consumido com água, açúcar e limão (o chamado "punch").

Em 1784 a "Wash Act" reduziu os impostos e introduziu a "Highland line" que marcou definitivamente a distinção entre os whiskies das Highlands e das Lowlands. Os primeiros não podiam ser vendidos abaixo daquela linha o que naturalmente levou ao acréscimo de contrabando. Tal fato conjugado com os múltiplos aumentos de taxas em redor de 1800 cuja incidência chegou a ser por alambique levou as destilarias a alterar o tamanho destes para pagar menos impostos. Por fim o "Excise Act" de 1823 ao reduzir os impostos e introduzir armazéns "duty free" para exportação, conseguiu colocar alguma ordem no sector aumentando o número de destilarias legais, sendo considerado como a base da indústria moderna.

Em meados do Séc. XIX todos os grandes nomes dos nossos dias tais como Ballantine, Johnnie Walker, Arthur Bell ou John Dewar fizeram fortuna com a descoberta do "blended" ou seja, a utilização de outros grãos que não a cevada maltada. Tal permitiu uma explosão do mercado sendo o Scotch exportado para todo e qualquer lugar aonde houvesse expatriados. O ataque dos vinhedos franceses pela filoxera teve a "virtude" de levar à substituição de brandy por whisky. 
Os excessos de produção e de stocks levaram no início do séc XX a uma crise sem precedentes que a 1ª Guerra Mundial veio reforçar. Paradoxalmente a "Prohibition" nos E.U.A que durou entre 1920 e 1933 teve como conseqüência uma procura desenfreada de Scotch, vendido ilegalmente através das Caraíbas.
 
divulgação

Wiston Churchill reconhecia a importância econômica que o Whisky teve para o Reino Unido após a 2ª Guerra, aligeirando a sua enorme dívida para com os E.U.A. A expansão que o sector sofreu levou à reabertura de várias destilarias antes encerradas tais como Glenturret, Benriach, Jura ou Caperdonich e muitas outras dobraram de capacidade. Esta tendência foi de novo contrariada em 1974 com o choque petrolífero não parando mais de subir desde então.

Os whiskys de malte receberam um novo ímpeto a partir dos anos 80 sendo a única forma de empresas independentes reagirem a excessiva concentração no sector: os grandes grupos tornavam-se auto-suficientes não deixando mercado para aqueles lhes venderem os seus maltes para incorporar nos "blends". Um novo consumidor emergiu em busca de mais diversidade e autenticidade, menos permeável às campanhas de "mass marketing". Esse é o consumidor do whisky de malte. Por outro lado, o whisky de malte passou também a ser um valioso objeto de coleção e de investimento. Uma garrafa de Bowmore do século passado atingiu a módica quantia de cerca de 4,750. Sinais de um futuro auspicioso para este produto!